A Universidade de Seul, a mais prestigiada da capital sul-coreana, reabre seus portões para mais um ano letivo. Para alguns estudantes, trata-se apenas do retorno após o recesso de fim de ano; para outros, o aguardado início da vida universitária. À primeira vista, tudo permanece como sempre foi: edifícios imponentes, jardins bem cuidados, corredores cheios de vozes conhecidas e uma rotina acadêmica que deveria ser previsível. No entanto, não demora para que a sensação de normalidade comece a ruir.Desde as primeiras semanas do semestre, algo no campus parece… deslocado. Não é um evento isolado nem um acontecimento grandioso, mas uma sucessão de pequenos episódios estranhos, quase fáceis demais de ignorar. Estudantes relatam lapsos de memória sem explicação — conversas que juram ter tido, mas que ninguém mais recorda. Mudanças bruscas de humor surgem do nada, acompanhadas por uma exaustão emocional desproporcional. Alguns chegam a notar alterações físicas sutis: marcas, dores passageiras, sensações corporais que não conseguem justificar. Os episódios são breves. Surgem sem aviso e desaparecem da mesma forma, como se nunca tivessem existido. Logo depois, a rotina se impõe novamente: aulas, provas, atividades extracurriculares, festas, treinos. Professores não comentam nada. A administração permanece em silêncio. A maioria dos alunos parece não perceber — ou não se importar.O que mais incomoda não é o fenômeno em si, mas a ausência absoluta de respostas.Não há um ponto de origem, não há um padrão evidente, não há uma explicação lógica que conecte os acontecimentos. Ainda assim, a sensação persiste: algo mudou dentro da universidade. Algo invisível, latente, observando — ou talvez influenciando — aqueles que circulam por seus corredores. Pouco a pouco, torna-se claro que esses episódios não acontecem com todos… mas também não acontecem com apenas um.De alguma forma, vocês sabem: não estão sozinhos nisso. E, conforme o semestre avança, a dúvida deixa de ser se algo está acontecendo — e passa a ser o que a Universidade de Seul está escondendo… e por quê.


Regras Básicas da Base:1. Separação RP fechado e aberto:
Não é permitido trazer relações, vínculos ou acontecimentos provenientes do RP aberto para dentro do RP fechado. Interações externas são permitidas, desde que não interfiram na narrativa, nos relacionamentos ou no desenvolvimento interno da base.
2. Limites de conteúdo:
Não são permitidos plots que envolvam conteúdo sexual explícito, crimes ou qualquer temática que fuja da proposta estabelecida da base.
3. Respeito absoluto:
Comentários ou atitudes de cunho ofensivo relacionados a crenças, gênero, raça ou identidade são estritamente proibidos.
4. Convivência coletiva:
A formação de panelinhas que prejudiquem a integração dos participantes ou a dinâmica da base não será tolerada.
5. Atividade dos perfis:
Perfis inativos por períodos prolongados poderão ser removidos, visando manter a base ativa e funcional.
6. Coerência e imersão:
Mensagens enviadas nos grupos devem estar coerentes com o universo universitário e com a interpretação do personagem. A comunicação deve ser clara, profissional e alinhada à proposta da Universidade, a fim de preservar a imersão do RP.
Observação Importante: A base possui regras explícitas de convivência, visando um ambiente respeitoso entre os personagens. Ainda assim, situações de desconforto podem surgir exclusivamente dentro da interpretação, como parte do desenvolvimento narrativo individual. Caso qualquer interação ultrapasse os limites do aceitável ou cause desconforto excessivo, a equipe deverá ser informada em off, para que a melhor solução seja encontrada.


ESPAÇO-TEMPO: 2008.
Um período de transição: tecnologia presente, mas ainda analógica; celulares simples, internet lenta, rotinas mais presenciais. O campus mistura tradição e modernização, com prédios clássicos coexistindo com estruturas recém-construídas. Tudo parece sólido, estável — como se o tempo ali avançasse mais devagar do que fora da universidade.
O desfecho desta história não será apresentado de forma direta. Ele será revelado gradualmente, por meio de pistas, acontecimentos sutis e detalhes espalhados ao longo do RP. Cabe aos participantes estarem atentos às entrelinhas, às mudanças no ambiente e às próprias interações, pois cada elemento pode ser parte fundamental para a compreensão do mistério. Nada está ali por acaso.Para o desenvolvimento de determinadas ações e eventos, a base fará uso de sorteios como método narrativo e o dado "d20" para induzir a intensidade a qual o personagem desenvolverá a ação. Sempre que um personagem for selecionado, o aviso será feito diretamente no privado, garantindo organização, surpresa e coerência com o andamento da história.

Para quaisquer dúvidas, a DM da base estará sempre aberta.